segunda-feira, 6 de junho de 2016

Filme: Presente de Grego

Título original: Baby Boom
Ano:1987 
Duração:110 minutos
Direção: Charles Shyer
Gênero: Comédia Romântica
Elenco: Diane Keaton,  Sam Shepard, James Spader, Chris North, ...








Oi, Pessoas!!!

De bobeira em casa, resolvi rever o filme "Presente de Grego". O objetivo era só ver um filme que eu sabia que era bom e dar algumas risadas. Já tinha uns dez anos que não revia o filme. Comprei há uns três anos o dvd e quase morri de alegria quando o encontrei...mas não assisti na época.  Acho que não falei aqui ou já falei não lembro, mas aaaaaaaaamo a Diane Keaton. Ela é sensacional! Pouco louvada pela mídia de um modo geral mas sinceramente, nunca vi um filme com ela que fosse ruim. 

Então, em tempos de luta contra o retrocesso e esse machismo que parece se manifestar cada dia com força maior, fiquei surpresa ao rever esse filme e constatar que ele tem uma forte denúncia a esse respeito. 

Enfim, chega de blablablá e vamos comentar o filme...

O filme conta a história de J. C. Wiatt, uma executiva de uma grande empresa, na casa dos trinta, que está prestes a conseguir a tão sonhada e merecida sociedade na firma. 

Todos os seus planos de vida mudam quando ela é informada que tem uma herança para receber de um parente distante. Adivinhem só... a herança era um bebê. Sim, um bebê lindo... uma menina chamada Elizabeth. É claro que J. C não reage bem a essa surpresa, afinal ela trabalha mais de sessenta horas por semana e não entende nada de bebês. Decidida a entregar Elizabeth para adoção, J.C. segue com sua vida enquanto espera que o protocolo se cumpra. 



Essa espera rende muitas confusões para J.C. que, enquanto aprende a trocar fraldas, banhar e alimentar o bebê, vê seu assistente Ken ir ganhando espaço na campanha que pertencia a ela. Por isso, recebe com alegria a informação de que existe um casal interessado em ficar com Elizabeth. O problema é que J. C fica completamente chocada com a postura do casal. Imaginem que a mulher chama o marido de 'senhor'. Não, J.C não está confortável com a situação e decide ficar com Elizabeth... hahaha.     

Ao saber que J.C mudou de opinião sobre criar a menina, seu companheiro não se adapta a essa nova rotina e deixa a J.C sozinha com todas essas mudanças... triste mas típico, né? 

O fato é que a empresa foi incapaz de esperar que J.C se adaptasse a essa nova realidade e decide entregar sua conta para seu assistente. Adoro a forma como a Diane faz a personagem. Ela conferiu uma altivez e uma força a J.C que sai de forma decidida da empresa em busca de um novo rumo. 



Sem companheiro, sem emprego e com uma bebê para criar. O que fazer? J. C. compra uma casa e se muda para o interior. Embora esteja apaixonada pela sua bebê e a relação das duas melhore a cada dia, ela não aguenta mais fazer papinha de maçã e também não estava preparada para lidar com todos os problemas domésticos que a casa velha apresentou e com o fato de ter que lidar com encanadores, eletricistas e muitas reformas... Vendo suas economias saindo pela janela e sem perspectivas J.C tem uma espécie de colapso nervoso... hahaha Acorda no consultório médico de um charmoso e desconhecido doutor mas adivinhem só... ele é um veterinário... hahahaha  Cena ótima! 




Decidida a ocupar seu tempo, começa a tentar vender o grande estoque de comida de bebê que fez durante todo o inverno em que esteve presa em casa com Elizabeth. As pessoas começam a gostar e... 



O que será que é feito da J.C? E sua papinha natural e saudável?

Recomendo muito. A JC é uma mulher forte e incrivelmente batalhadora como muitas de nós que enfrenta as agruras de criar um bebê e se manter atuante na carreira profissional . Adoro as histórias que ela conta para Elizabeth na hora de dormir e principalmente a forma como ela se porta diante da crueldade machista do mundo dos negócios. Não é incrível que um filme dos anos oitenta se encaixe perfeitamente nos dias de hoje?  



P.S. Tão vendo esse cara de gorrinho e óculos? É Chris North - Mr. Big, de Sex and City... hahahaha    

domingo, 5 de junho de 2016

Música da Semana 2016 # 11

Oi, Pessoas!!!

A música de hoje é "Nem um Dia". Ela faz parte do álbum Malásia, do Djavan 1996. Nem gosto muito de postar datas porque quase sempre me assusto com a velocidade com que o tempo vem passando. Essa música linda já foi tema de vários personagens na teledramaturgia brasileira. 



Nem Um Dia
Djavan

Dedique esta música a quem você gosta!
Um dia frio
Um bom lugar pra ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide

Um dia frio
Um bom lugar pra ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide

Longe da felicidade e todas as suas luzes
Te desejo como ao ar
Mais que tudo
És manhã na natureza das flores

Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você

E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris

E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris

Um dia frio
Um bom lugar pra ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide

Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você

E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Trechos Preferidos

"Não se pode ir a um teatro sem precisar dizer se gostou ou não, e porque sim e porque não. Aprendi a dizer 'não sei', o que é um orgulho, uma defesa e um mau hábito porque termina-se mesmo não querendo pensar, além de não querendo dizer."

- Clarice Lispector, em "Cartas perto do coração" 
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