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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

And The Oscar goes to...

And The Oscar goes to... 

Leonardo DiCaprio

Julianne Moore apresentando os indicados e lendo o nome do meu amado Leo foi simplesmente PERFEITO!!!! Por um mundo melhor, mais bonito e cheio de atuações incríveis... mais LEO!!!! Ah, gente... e a carinha emocionada da Kate Winslet durante o discurso do nosso lindo? Porque quando você é amigo... você comemora junto... 


Leonardo DiCaprio and Kate Winslet

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Novo Olhar... Filme...


Oi, Pessoas!!!

Por causa da aproximação do Oscar, eu resolvi fazer uma maratona e rever todos os meus filmes do Leonardo DiCaprio. Eu coleciono seus dvds mas só tenho 17 de seus filmes... um dia eu chego lá... Já fiz um post sobre a minha coleção aqui.   Obviamente, não foi surpresa ver uma excelente atuação atrás da outra mas tem alguns filmes que são simplesmente FANTÁSTICOS. "Foi Apenas um Sonho" é um deles. Nele, Kate e Leo dão um show de interpretação. Um texto forte e profundo sobre o "buraco negro emocional" que são as relações... 


"Muitos percebem o vazio mas poucos têm coragem para enxergar a falta de esperança." 
- John

Já vi tantas vezes que sei as falas de cor... Também já falei sobre ele aqui no blog.Tudo o que se vê no filme pode ser resumido da seguinte forma - duas pessoas que não levam a vida que sonharam mas que encaram isso de forma diferenciada. 

Para April, descobrir que não leva a vida que sonhou e ter consciência de que vive o resultado de suas próprias escolhas, a faz buscar desesperadamente um jeito de culpar outra pessoa. Dessa forma, ela evita aceitar que ninguém, além dela mesma é responsável por sua infelicidade. 

Para Frank, embora ele não leve a vida que sonhou, a vida não é ruim, é apenas comum. Eu imagino que ele deva pensar - "Não é assim com todo mundo?" Então, ele apenas 'dança conforme a música'. 

Sofro pelos dois. Não acho que não haja amor entre eles. Acho que há uma impossibilidade emocional de aceitar a vida como ela é por parte da April. Dá até pra pegar o seu "desespero" tentando sair daquele "vazio sem esperança" que Frank definiu tão bem... 

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Filme: O Amor Não Tira Férias

Título Original: The Holiday

Ano: 2006

Duração: 138 min

Direção: Nancy Meyers

Gênero: Comédia Romântica

Elenco: Eli Wallach (Arthur Abbot), Kate Winslet (Iris Simpkins), Jude Law (Graham) , Cameron Diaz (Amanda Woods), Jack Black (Miles), Edward Burns (Ethan) etc...




Oi, Pessoas!!!



Hoje eu vou falar sobre um dos meus filmes preferidos. Top Comédias Românticas... mesmo que eu não o considere comédia de jeito algum. Preciso confessar que escrever sobre esse filme foi um parto para mim...sério. Tento escrever sobre ele há trocentos anos e sempre desisto mas, agora vai!!! Hahaha

O filme conta a história de duas mulheres lindas e independentes, que possuem vidas amorosas insatisfatórias, cada uma a sua maneira. Elas são - Iris Simpkins, jornalista que mora em um lindo chalé nos arredores de Londres e Amanda Woods, uma produtora de vídeos bem-sucedida que mora em Los Angeles.



Cansadas do rumo de suas vidas e decididas a promover uma mudança, as duas acreditam que se afastar de suas casas nos feriados de fim de ano é o melhor caminho para isso. Por coincidência, as duas entram no mesmo site para intercâmbio de residências e realizam a troca. Por duas semanas elas trocariam de casas e carros... A única exigência que se fizeram foi de que no local para onde ambas fossem não houvessem homens HAHAHA... Tá na cara que não vai dar certo, né? rs



A partir daí, começa a história. As duas vão identificar suas dores e visualizar que existe um mundo cheio de oportunidades muito além dos seus umbigos. As duas personagens têm histórias muito bonitas e é uma delícia ver suas trajetórias ao longo do filme. São transformações profundas sem o peso que um drama normalmente traz. 


  

Vocês vão se apaixonar por Arthur Abbot vizinho de Amanda. Ele é um roteirista de cinema que está aposentado mas ainda sabe como contar uma boa história. Arthur é brilhantemente interpretado por Eli Wallach e divide a maioria de suas cenas com a diva Kate Winslet.



Não posso deixar de mencionar que o filme faz referência a outros filmes, livros e que o chalé da Iris é linnnnnnnnndo de se ver. É um filme que vale muito a pena ser visto e revisto zilhões de vezes. Adoraria que vocês o tivessem na videoteca... é sério. 




P. S Infelizmente, nosso ator querido... Eli Wallach faleceu em 24.06.2014, aos 98 anos de idade. :'(

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Filme: O Leitor

O Leitor - Poster / Capa / Cartaz - Oficial 2Título Original: The Reader


Ano: 2008

Duração: 124 min

Direção: Stephen Daldry

Gênero: Drama, Romance

Elenco: Kate Winslet, David Kross, Ralph Fiennes, Bruno Ganz e mais...






Oi, Pessoas!!!


O filme de hoje é de 2008 e eu simplesmente amo! Se você ainda não viu, precisa ver. É tão maravilhoso e especial que rendeu à diva Kate Winslet um Oscar de melhor atriz e um Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante no ano de 2009. Já vi e revi trocentas vezes mas sempre me encanta. 

O filme conta a história de Michael e Hanna Schmitz. Michael é um estudante de 15 anos que, no ano de 1958, adoeceu e passou mal na entrada do prédio em que Hanna residia. Ela o socorreu e o acompanhou até sua casa. Após se recuperar, ele foi procurá-la para agradecer e descobriu-se apaixonado. 


Hanna era cobradora de bonde e pelo menos 15 anos mais velha que Michael mas isso não impediu que a afeição crescesse e os dois passaram a se ver com regularidade. Nesses encontros, eles se unem através da leitura. Vários clássicos são mencionados e, eu mesma comprei um livro indicado porque fiquei muito curiosa em conhecer a história lida com tanta empolgação... "A Dama do Cachorrinho". 


Essa não é uma história de amor comum. Existe muita dor, sofrimento e mágoa. Os personagens são muito intensos e reflexivos e aquela alegria jovial de Michael se perde ao longo da história. Hanna é forte e sofrida mas absurdamente sensível. No decorrer de toda a história vemos Michael lendo para Hanna as obras literárias de grandes escritores e nesses momentos ela se encontra totalmente encantada, sorvendo cada palavra lida... inúmeras vezes ela chora e sorri copiosamente. 


O passado de Hanna não é abordado mas é possível perceber que ela traz um segredo consigo... um fardo que a impede de ser mais aberta ao mundo. Por outro lado, vemos um Michael sempre doce e gentil, empenhado em agradar, vivendo o seu primeiro amor com uma mulher difícil mas da qual ele não consegue se desprender... acho que Michael sabe que, do jeito dela, ela também o ama. Às vezes, a vida obriga pessoas sensíveis a serem mais fortes do que podem suportar. 



"Somente uma coisa pode fazer uma alma completa e essa coisa é o amor."


De repente, algo acontece e toda a história muda... os personagens se misturam com a história real da guerra vivida pela Alemanha e vamos descobrir como os dois se encaixaram nesse momento. 

Todas as vezes que vejo esse filme, eu penso porquê é tão difícil para nós admitirmos nossas fraquezas e assumirmos quem somos perante os que nos cercam? Tanto sofrimento seria evitado se não tivéssemos vergonha do que "os outros vão pensar" de nós... Mas isso não é uma tolice? Quem vive nossas vidas se não nós mesmos? Quem arcará com nossas escolhas além de nós mesmos? Eu tenho um apreço absurdo por esses dois personagens e lhe garanto que você precisa conhecê-los. A forma de amar de Michael é ímpar...  


Daqui em diante, não conto mais... apenas recomendo... vejam ao filme. Saibam que o filme é 100% fiel ao livro. Se joguem nessa linda história... O que foi feito do menino Michael? Que destino teve Hanna? Os dois voltaram a se encontrar? Ficaram juntos? Conseguiram superar seus medos e mágoas? 

É um filme para se ter na videoteca é sério... ver e rever. As atuações são espetaculares o jovem Michael e o Michael adulto são igualmente divinos... dá pra segurar nas mãos seus sentimentos e a Kate... OMG! Ela fez uma Hanna impossível de não amar e odiar por sua postura cheia de retidão e não sei explicar... é uma ignorância simplória... é incrível! Sem contar que a fotografia é maravilhosa e digo sem medo de estar sendo leviana, que o filme é melhor que o livro... não que tenha conteúdo diferente mas as atuações e a fotografia incrementaram a história, tornando-a ainda melhor. Mesmo fato que ocorre com Perfume - A História de um Assassino. 




domingo, 19 de janeiro de 2014

Filme: Razão e Sensibilidade

Image Search Results for Sense and Sensibility (1995)Título Original: Sense and Sensibility
Ano: 1995
Duração: 136 min
Direção: Ang Lee
Gênero: Romance, Drama, toques de comédia...rs
Elenco: Kate Winslet ( Marianne ), Emma Thompson (Elinor), Gemma Jones ( Sra. Dashwood ), Hugh Laurie ( Sr. Palmer genro da Sra. Jennings), Hugh Grant ( Edward Ferrars ), Alan Rickman ( Cel. Brandon ), Greg Wise ( John Willoughby), Elizabeth Spriggs ( Sra. Jennings) ... etc









Oi, Pessoas!!!

Como não é segredo para ninguém o meu amor pela Jane Austen, também não é segredo que eu corro para conferir todas as adaptações que saem dos seus romances no cinema. *-* Então, esse filme é a primeira adaptação de Razão e Sensibilidade que vi.

Dashwood women, Sense and Sensibility, 1995
Sra. Dashwood, Marianne, Margareth e Elinor

É um trabalho maravilhoso! Bastante fiel ao livro. Devo dizer, que muito da beleza do filme se deve ao grande elenco de atores. Já vi e revi trocentas vezes. Não me canso de ver. Adoro a história das irmãs Dashwood e quando digo isso não falo apenas de Elinor e Marianne mas também de Margareth a filha mais nova, que embora não seja essencial à trama, traz toda uma alegria e descontração às cenas. 

Alan Rickman, Col. Christopher Brandon - Sense and Sensibility (1995)
Coronel Brendon -Alan Rickman


Razão e Sensibilidade conta a história das mulheres Dashwood que foram arrastadas para a pobreza após a morte de seu pai. Como acontecia na época, todos os bens foram destinados ao filho homem mais velho que, no caso, era fruto do primeiro casamento do senhor Dashwood. Mesmo tendo prometido ao pai que cuidaria da madrasta e das meia-irmãs, John não lhes ajudou financeiramente. 

Elas por sua vez, foram obrigadas a ir morar em um modesto chalé, cedido por um primo distante, no interior. As irmãs Dashwood são muito diferentes e eu devo dizer que não consigo gostar de Marianne. Não gosto de pessoas que simplesmente se jogam sem avaliar as consequências de nada. Essas pessoas são, geralmente, egoístas. 

Elinor's day dress  Sense and Sensibility 1995
Elinor e Edward


Já Elinor é a minha irmã preferida. Centrada e nem por isso menos intensa, ela consegue amar e ainda ter seus pés no chão. Além disso é uma personagem com uma nobreza de caráter impressionante. 

A esposa de John tem um irmão - o Sr. Edward Ferrars. Um jovem encantador mas sem muita para manifestar seus desejos e opiniões.
Antes que as irmãs mudassem para o interior, ele esteve com elas e logo surge entre Edward e Elinor um sentimento lindo de amor e cumplicidade que se nota em pequenos gestos e olhares. *-* 

Obviamente esse relacionamento não é visto com bons olhos pela chaaaaaaaaaata da irmã de Edward. Ele então,  é persuadido a voltar para Londres, afastando-se de Elinor. 

Sense and Sensibility (1995)
Marianne e Willoughby


Já Marianne mal chega ao interior e já desperta o amor do Coronel Brendon, um homem mais velho porém um perfeito cavalheiro... sem contar que é muito rico - o que era muito importante na época. 

Claro que ela não se interessa por ele porque ela é chata e egoísta como eu já falei... =P Mas adivinhem só ela cai de amores por um completo desconhecido à primeira vista - o Sr. Willoughby... Ora, faça-me o favor! =P

Uma mãe com três filhas, sem recursos, vendo suas filhas serem preteridas por sua condição financeira inferior... Oh, God o que fazer? Bom, eu não vou contar...rs 

O fato é que a história é maravilhosa. O elenco é divino e você vai encontrar de tudo um pouco nesse delicioso filme. 

Imelda Staunton & Hugh Laurie - Mrs. and Mr. Palmer, Sense and Sensibility (1995) They look INSANE!
Sra e Sr Palmer


Vai rir ou morrer de raiva da falta de noção do primo e da Sra. Jennings ... vai lamentar ter de ouvir a voz da Sra Jennings e da sua filha... rs Vai reconhecer o nosso amado e idolatrado Hugh Laurie na pele do genro sofredor da Sra Jennings... (cenas perfeitas de muito riso)... 

Vai ficar chocada com a estupidez da Marianne e com a sensatez da Elinor...

Enfim, confira. São atuações que merecem o nosso amor. Principalmente a da Emma Thompson. Perfeição define. 

P.S. Não posso deixar de falar que prefiro a minissérie em 3 episódios da BBC de Londres de 2007 - Perfeita! Perfeita! Perfeita! *-* E o Cel. Brendon é o nosso amado David Morrissey (o Governador de TWD)

domingo, 6 de outubro de 2013

Filme: Foi Apenas um Sonho

Título Original: Revolutionary Road
Ano: 2008
Duração: 119 min
Direção: Sam Mendes
Roteiro: Justin Haythe
Gênero: Drama, Romance
Elenco: Leonardo DiCaprio (Frank Wheeler), Kate Winslet (April Wheeler), Michael Shanon (John Givings), Kath Bates (Sra. Givings), Richard Easton (Howard Givings) David Harbour (Shep Campbell) Kathryn Hahn (Milly Campbell)
Minha Avaliação: Totalmente Excelente!






Oi, Pessoas!!

Então, o filme de hoje eu já vi um zilhão de vezes. Adooooooooro! Leo e Kate, em nova parceria, estão mais divos que nunca! Sempre me pergunto o que é que eu to fazendo no Filmow. Não pelo site que é bem legal, mas pelas pessoas que frequentam. Embora tenha gente muito interessante, tem uma (infelizmente) maioria de pessoas totalmente sem noção. Sério... Sempre imagino que eles não viram o mesmo filme que eu. No caso desse filme especificamente os comentários são chocantes - "boring", "enfadonho", "dormi o filme todo"... Oi? Então, como pode falar de um filme que não viu? Que dormiu? E como dormiu? 

Enfim, sinto meu coração doer e meu corpo tremer diante de tanta atrocidade. Sabe o que penso? Deve ser terrivelmente desgastante para os bons artistas a facilidade com que qualquer um pode escrever o que bem quiser a respeito de qualquer coisa na internet sem a menor propriedade. 


Vamos lá...

O filme conta a história do casal Wheeler. O casal é aparentemente perfeito. Tudo o que se espera de um casal nos anos 50. Têm filhos, uma bela casa no subúrbio, a mãe cuida da casa e dos filhos,  o pai tem um bom emprego. Mas, como todos já sabemos, a perfeição não existe. 

O casal passa por grandes dificuldades em seu relacionamento e isso é a premissa do filme. Outra coisa que eu achei interessante no filme é que me parece que as personagens estão com personalidades trocadas, ou seja, April tem um pensar mais masculino e Frank, por sua vez, feminino. 

April tem suas ambições de ser atriz frustradas por sua incompetência para a carreira. Por não aceitar ser um fracasso em seu sonho, ela culpa Frank por toda a sua miséria emocional. Em busca de encontrar uma felicidade no mundo que não existe em si, April tenta de maneira desesperadora convencer Frank de que ele está insatisfeito, de que ele pode mais, deseja mais e só está anestesiado pela vida que levam. Ela acredita que eles podem ir para uma nova cidade e assim adquirir uma nova vida, onde os sonhos se renovariam e a felicidade seria constante. 


April está tão desesperada para se sentir viva que mesmo com dois filhos pequenos, faz planos surreais de se mudarem para Paris, sem um emprego definido, na remota esperança de que ela vai sustentá-los com um emprego de secretária do governo. 

Como suas economias são insuficientes, eles venderiam a casa e o carro, conseguiriam o dinheiro e mergulhariam nessa aventura rumo ao paraíso feliz.

Frank, por outro lado, não tem grandes ambições. Está satisfeito com o que adquiriu na vida. Toda a sua insatisfação vem do fato de nunca conseguir agradar a April. Ele tenta amenizar os fracassos da esposa na carreira artística e se mostrar solidário. Está sempre tentando "discutir a relação" e fazer as coisas se encaixarem. 



Como isso nunca acontece, Frank se joga numa aventura extraconjugal com uma moça do trabalho, buscando alguém que lhe diga que ele não é tão ruim quanto April o faz parecer. É mas a insatisfação de April é gritante e não pode ser aplacada com palavras, ela quer uma mudança urgente. Em Paris, ele não trabalharia... teria tempo livre para descobrir a sua "real vocação". Frank então, visivelmente desconfortável na situação, concorda com a aventura Parisiense. Ele fica feliz em vê-la feliz. Pelo menos foi o que eu senti. Senti mais amor da parte dele do que da parte dela. Embora ela pareça amar um Frank que ela criou em sua mente... =\


Obviamente, aos olhos das demais pessoas, a aventura Parisiense é uma grande e inconsequente loucura. O casal Wheeler é obrigado a lidar com os vizinhos e a visita constante da Sra. Givings (corretora que lhes vendeu a casa). A mulher fala sem parar e é completamente sem noção. Seu marido usa um aparelho de surdez o que é bastante conveniente nos momentos em que ela dispara suas "pérolas". 

A Sra. Givings possui um filho chamado John que está saindo de um pesado tratamento psiquiátrico a base de eletrochoques e parece não ter filtro social. 

Despeja tudo que pensa e enxerga muito além das convenções sociais. São cenas constrangedoras e maravilhosas de grande teor filosófico - as que os Wheelers dividem com ele. 



"Quem quer brincar de casinha, tem que ter um emprego. Quem quer brincar de casinha bem bonita, tem que ter um emprego de que não gosta." (John Givings)

"Muitas pessoas mergulham no vazio, mas é preciso coragem para enxergar a desesperança." (John Givings)

" Talvez estejamos fugindo do vazio sem esperança de nossas vidas." (Frank)


"Se ser loucos significa levar uma vida com sentido, eu não me importo de sermos completamente loucos." (April)

O casal vizinho - Shep e Milly - é ainda mais infeliz que os Wheelers mas mantém uma eterna mascara artificial de felicidade. 



Entretanto, de alguma forma, a vida vai tomando outro rumo... O que acontece? Em meio a discussões homéricas e atuações brilhantes dos meus dois amados Kate e Leo, o casal Wheeler vai levantar questionamentos perfeitamente humanos e fatalmente presentes na vida de qualquer casal ou de qualquer pessoa com mais de 30 anos, eu suponho.

Nos amamos? Por que estamos juntos? Somos felizes? Vivemos o que planejamos? Essa é a casa dos meus sonhos? Esse é um emprego de verdade? Queríamos mesmo filhos ou apenas cumprimos etapas sociais? Nossa vida está resumida a isso? O que eu estou disposto a fazer para realizar meus sonhos e mudar minha vida?


Os Wheelers têm diálogos fortes, com palavras pesadas (não palavrões). Verdades que magoam e das quais eles não podem fugir. Chorei em muitas cenas porque a dor deles é incrivelmente palpável. Acho que se você curte um bom drama cheio de questionamentos existenciais, vai amar o filme. É PERFEITO!      

"Não é culpa minha que você não tenha se tornado atriz." (Frank)

"Olhe-se no espelho e me diga se por algum rasgo de imaginação você pode realmente ser chamado de homem." (April)
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